A medicina alternativa

Medicina Alternativa

A medicina alternativa, a cada dia que passa, vem conquistando mais e mais adpetos, que costumam ou conciliar com ou abandonar a medicina tradicional e alopática. Isto porque a medicina alopática é repleta de efeitos colaterais e violência ao corpo, coisa que a medicina alternativa não é. Por isso, a importância da medicina alternativa, que também encontra espaço entre órgãos oficiais, que à medida que passa o tempo reconhecem o seu poder e eficácia. Antes de você se engajar em qualquer forma de tratamento de medicina alternativa, lembre-se de que a medicina convencional normalmente está apoiada em padrões comprovados de eficácia e segurança. Só porque alguma coisa é natural ou holística não significa que ela não pode causar danos à sua saúde ou ao seu bem-estar. Converse com seu médico sobre tratamentos alternativos e sobre a melhor maneira de utilizá-los nos cuidados da sua saúde. Se seu médico for ortodoxo e não acreditar nesse tipo de tratamento, pesquise o tema e peça aos indicações aos amigos. A seguir conheça alguns tratamentos alternativos mais populares.

Homeopatia

Se a ingestão de uma pequena quantidade de substância pode produzir uma série de sintomas em uma pessoa saudável, essa mesma substância podeira ser usada para tratar esses sintomas em alguém sofrendo de uma doença? Praticantes da medicina homeopática acreditam que sim, e aproximadamente 2% da população dos EUA se baseia nesse método tradicional de cuidados com a saúde para tratar e prevenir doenças [fonte: Mayo Clinic Book of Alternative Medicine].

Desenvolvida na Alemanha há mais de dois séculos, a homeopatia está baseada na ideia de que “semelhante cura semelhante”, o que significa que substâncias que podem adoecê-lo também podem ajudá-lo a ficar bem.

Praticantes da homeopatia analisam os pacientes como indivíduos, e então prescrevem uma variedade de pílulas para levar o corpo ao equilíbrio e livrá-lo da doença. As doses são infinitamente pequenas, e incluem muitos remédios à base de ervas e plantas, bem como yôga, meditação e outras práticas tradicionais.

Yoga

Se você já alongou e relaxou seus músculos em uma aula de yôga, deve ter notado uma melhora na sua flexibilidade e circulação. Mas você sabia que a yôga também oferece benefícios substanciais à saúde? Estudos mostram que a prática regular de yôga reduz o estresse, abranda a depressão e ajuda a controlar a pressão alta e os sintomas da diabetes. Ela também ajuda a reduzir inflamações, o que pode melhorar os sintomas da asma, aliviar dores nas costas e até manter seu coração mais saudável ao com o tempo [fonte: Ohio State University].

Quiropraxia

Os quiropráticos alinham ossos, juntas, músculos e a coluna para melhorar a saúde e aliviar dores. Estudos científicos bem-estabelecidos apoiam o uso da manipulação da coluna para tratar dores nas costas e no pescoço, mas não existem evidências que mostrem que essa prática pode efetivamente tratar dores de cabeça, asma ou outras condições.

Fitoterapia

As ervas medicinais são amplamente usadas para combater e prevenir doenças como artrite, infecções e alergias

Muitos dos suplementos vitamínicos e nutricionais que você toma diariamente têm raízes na antiga medicina chinesa ou outros tratamentos médicos alternativos. Embora a maioria dos suplementos não seja regulamentado pelas agências de saúde, alguns estudos científicos sérios suportam o uso de muitos remédios fitoterápicos. Por exemplo, está provado que o óleo de peixe reduz o risco de doenças do coração, e também pode ajudar a tratar de artrite e depressão [fonte: National Institutes of Health]. O alho pode reduzir o risco de câncer ou doenças do coração e ajudar a baixar o colesterol, e o ginseng oferece benefícios importantes para pacientes cardíacos e àqueles sofrendo de depressão [fonte: Mayo Clinic Book of Alternative Medicine]. Milhares de outros suplementos fitoterápicos também podem oferecer alguns benefícios, mas os resultados são menos confiáveis para a maioria.

Apesar da falta de evidência clínica para alguns remédios fitoterápicos, suplementos naturais são o mais amplamente usado tratamento alternativo em todo o mundo. Contudo esse uso difundido não significa necessariamente que esses suplementos sejam seguros para o consumo.

Acupuntura

A acupuntura pode tratar, por meio da estimulação dos campos energéticos do corpo, praticamente todas as doenças.

A acupuntura data de milhares de anos atrás na China e em outras nações asiáticas, mas apenas recentemente ganhou terreno como uma prática médica estabelecida em outras partes do mundo. Acupunturistas treinados usam agulhas pequenas e finas para manipular o fluxo de energia natural do corpo, ou qi (pronuncia-se tchi).Ao inserir essas agulhas em mais de 400 pontos específicos do corpo, o acupunturista pode redirecionar o qi para curar ou prevenir certas condições médicas. Se você preferir seu qi equilibrado sem as agulhas, tente a acupressão, ou do-in, que se baseia na massagem, ou pressão, em vez de na penetração.

A Organização Mundial da Saúde apoia o uso da acupuntura para o tratamento de mais de 28 condições médicas, incluindo dores e distúrbios respiratórios e digestivos.

Programa Ecolândia 25-11-11

Nesta sexta-feira não perca o programa Ecolândia que irá tratar sobre medicina alternativa. Fique atento as explicações e dicas que a reportagem e a entrevista do programa vão abordar sobre o assunto. Além disso, acompanhe os quadros tradicionais do programa como: “que bicho é esse?”, ” A cidade onde a gente vive”, “perfil”, “previsão do tempo” e ainda notícias e dicas culturais. Não deixe de escutar o Ecolândia desta semana que começa às 18:00 horas na Rádio Caraí 106,3 FM.

Está no sangue

No último dia 16 comemoramos a Semana da Música.
A palavra música se originou na Grécia – vem de musiké téchne, a arte das musas – e se constitui, basicamente, de uma sucessão de sons, entremeados por curtos períodos de silêncio, organizada ao longo de um determinado tempo. É um dos principais elementos da nossa cultura.
Assim, é uma combinação de elementos sonoros que são percebidos pela audição. Isso inclui variações nas características do som, tais como duração, altura, intensidade e timbre, que podem ocorrer em diferentes ritmos, melodias ou harmonias.

Há evidências de que a música é conhecida e praticada desde a pré-história. Provavelmente a observação dos sons danatureza tenha despertado no homem, através do sentido auditivo, a necessidade ou vontade de uma atividade que se baseasse na organização de sons. Embora nenhum critério científico permita estabelecer seu desenvolvimento de forma precisa, ahistória da música confunde-se, com a própria história do desenvolvimento da inteligência e da cultura humana.

Dificilmente encontraremos civilizações que não tenham sequer alguma manifestação musical. A música está impregnada em nossas raízes, ou seja, corre em nossas veias. Para indivíduos de muitas culturas, esta está extremamente ligada à vida.

A música expandiu-se ao longo dos anos, e atualmente se encontra em diversas utilidades não só como arte, mas também como a militar, educacionalou terapêutica – musicoterapia. Além disso, tem presença central em diversas atividades coletivas, como os rituais religiosos, festas e funerais.

Dentre os instrumentos musicais mais conhecidos estão os de sopro – que podem ser feitos de madeira, como a flauta e o clarinete -, instrumentos de corda – violino e guitarra -, de teclas – piano, de percussão – xilofone, e os eletrônicos, como o teclado e a bateria eletrônica.

No Brasil, a música tem forte influência da africana. Os escravos, quando chegaram ao Brasil, trouxeram consigo tambores – utilizados em rituais religiosos – além de ritmos como a umbigada e o maxixe, que deram origem ao samba. E o gosto por este ritmo musical fez com o que o Brasil se tornasse conhecido por “País do Samba”.

Entretanto, apesar desse forte predomínio do samba, hoje, o povo brasileiro é muito eclético. Não há o predomínio de apenas um ritmo musical, mas sim, de inúmeros, como forró, sertanejo, pagode, e é claro, MPB – Música Popular Brasileira.

O poder da contrapropaganda

Não raramente a publicidade é encarada como uma ferramenta não honesta e que serve unicamente para impulsionar o consumo. O termo contrapropaganda, no entanto, vem no sentido contrário a essa idéia, unindo subversão e publicidade a fim de conceder um direito de reposta aos potenciais consumidores.

Partindo do pressuposto de que “se a publicidade me afeta, também posso afetá-la”, muitos indivíduos mostram através da arte, do grafite e da filosofia sua insatisfação com a sociedade e a imagem que é transmitida da mesma. Usando do humor, da ironia e do escracho, os contrapropagandistas problematizam as campanhas publicitárias, numa ação contra-hegemônica e contra-cultural. Com a massificação da Internet, as contrapropagandas alcançaram notável visibilidade.

Os vídeos abaixo trazem um exemplo de contrapropaganda: o primeiro vídeo consiste num comercial da marca Coca-Cola, veiculado mundialmente. O outro vídeo é uma paródia da primeira propaganda, de cunho crítico e que se configura como produção contracultural.

 

Oficina de radiojornalismo II

Olá!

Na manhã dessa sexta-feira, dia 11 de novembro, a equipe do Ecolândia realizou mais uma oficina de radiojornalismo com a gurizada do CAIC Luizinho De Grandi. No penúltimo encontro, que aconteceu há duas semanas, os alunos decidiram que a pauta de trabalho seria o próprio CAIC. Para isso, planejamos entrevistas que seriam feitas para eles descobrirem sobre a estrutura da escola, a sua história, a relação de professores e funcionários.

No penúltimo encontro eles gravaram pequenos textos, um de cada vez, para terem um primeiro contato com os formatos de áudio do radiojornalismo. Já na manhã de hoje, com a experiência prévia da gravação, eles saíram em busca de suas entrevistas. As professoras Méri – diretora do ensino fundamental – e Rose – diretora da creche – foram as entrevistadas da oficina. A gurizada se dividiu em dois grupos para cada entrevista: a Méri conversou com os meninos Leandro, Pablo e Jean; a Rose com as meninas Marta, Maria Caroline e Rosângela.

Quem não estava entrevistando, observou o trabalho dos colegas. A entrevistada da vez foi a professora Rose, da creche do CAIC.

E também teve a vez dos meninos, que entrevistaram a professora Méri

Apesar de terem as perguntas na mão, os alunos se deram bem nas improvisações, especialmente na abertura e no encerramento das entrevistas, que não estavam escritos no papel. Além dos seis repórteres, mais gente estava acompanhando a oficina e já pediu para deixar o seu nome na lista para as próximas gravações. No final da aula de hoje, a gurizada ainda quis ouvir alguns trechos dos áudios para verem como tinham se saído. A ideia é que, depois de coletarem as informações durante as oficinas, os alunos possam montar uma reportagem sobre o CAIC, que será veiculada ao vivo no Ecolândia.

Na próxima semana estaremos por lá de novo. Logo voltamos com mais novidades sobre as oficinas do CAIC :)

Até logo!