Como matar pernilongos e mosquitos ecologicamente:

Como matar mosquitos ecologicamente correto?
Para ajudar com a luta contínua contra os mosquitos da dengue e a  dengue hemorrágica, uma idéia é trazê-los para uma armadilha que pode matar muitos deles. 

O que nós precisamos é:

200 ml de água,
50 gramas de açúcar mascavo,
1 grama de levedura (fermento biológico de pão, encontra em qualquer supermercado ) e

uma garrafa plástica de 2 litros 

Como fazer:

1. Corte uma garrafa de plástico (tipo PET) ao meio. Guardar a parte do gargalo:

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2. Misture o açúcar mascavo com água quente. Deixe esfriar. Depois de frio despejar na metade de baixo da garrafa.

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. Acrescentar a Levedura . Não há necessidade de misturar. Ela criará dióxido de carbono.

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4. Colocar a parte do funil, virada para baixo, dentro da outra metade da garrafa.

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5. Enrolar a garrafa com algo preto, menos a parte de cima, e colocar em algum canto de sua casa.

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Em duas semanas você vai ver a quantidade de pernilongos e mosquitos que morreu dentro da garrafa.

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Além da limpeza de suas casas, locais de reprodução de pernilongos e mosquitos, podemos utilizar este método muito útil em escolas, creches, hospitais, residências, sítios, chácaras, fazendas, floriculturas,  etc.
Não se esqueça da Dengue nos próximos meses: este pernilongo pode matar!

 

Técnico do INPE fala sobre aumento nos focos de queimadas no país.

As áreas do mapa em marrom claro e escuro representam, respectivamente, risco alto e crítico de incidência de queimadas. Fonte: INPE

Nesta semana o Ecolândia falará sobre a questão das queimadas no país. Em função da estiagem aliada ao clima seco, vários estados das regiões centro-oeste e sudeste do país já decretaram estado de emergência com relação ao aumento elevado no número de focos de queimadas.

Em conversa com o especialista em monitoramento de queimadas do Instituto de Pesquisas Espaciais (INPE), Raffi Agop, tomamos conhecimento do aumento em mais de 200 % dos focos de queimada no país com relação a 2009. Raffi explica que existem duas causas principais para o surgimento de queimadas: aquelas ocasionadas por causas artificiais e aquelas desencadeadas por causas naturais. São consideradas naturais as queimadas que tem início por queda de raios ou combustão espontânea, bastante comuns em países como o Canadá. Já as queimadas artificiais são geralmente ocasionadas pelo homem de forma criminosa, esse segundo caso é o mais comum em nosso país.

A cultura da queimada é utilizada no interior do Brasil com o propósito de expandir áreas agrícolas ou de pecuária. Apesar de essa prática já estar bastante em desuso no país, a falta de fiscalização e a fluidez do código florestal têm contribuído para que agricultores, no ímpeto de ocupar suas terras com produção e não correr o risco da desapropriação, acabem recorrendo a esta prática.

Raffi Agop reitera que o homem é um dos principais agentes desencadeadores das condições de seca que o país vive hoje. O desmatamento contribui para bloquear as massas de ar frio que vêm do sul, impedindo-as de atingir os locais que sofrem hoje com a estiagem. As  queimadas artificiais, por sua vez,  aumentam a liberação de gás carbônico na atmosfera o que acaba por deixar o clima ainda mais abafado.

Ecolândia no 28º SEURS em Florianópolis

Alunos gravam mini-versão do Ecolândia.

Na última quarta-feira, dia 08 de setembro, parte da equipe do Ecolândia ministrou uma oficina sobre técnicas de rádio na escola Simão José Hess da rede estadual de ensino de Florianópolis em Santa Catarina.

A atividade era parte da programação do XXVIII Seminário de Extensão Universitária da Região Sul – SEURS. Participaram desta oficina alunos do segundo ano do Ensino Médio. Os estudantes receberam algumas instruções sobre as diferentes linguagens jornalísticas, bem como tiveram contato com as ferramentas de aúdio utilizadas na produção do Ecolândia.

A proposta da oficina era que grupos de três alunos pudessem transformar notícias de jornalismo impresso, retiradas de revistas voltadas ao público jovem, em notas para rádio com base nas instruções passadas durante a oficina.

Ouça o resultado dessa atividade no link abaixo.

Mini Ecolândia

Ombudsman da semana

Crítica e Avaliação do programa de 16 de abril de 2010.

A segunda avaliacão do Ombudsman no programa Ecolândia chega com um pouco de atraso, mas está aqui. Ouvir o programa aqui da Argentina, lugar onde me encontro atualmente, é uma possibilidade muito bacana que a Caraí on line nos permite. Coisas dessa vida pós-moderna.

O programa exibido na sexta-feira, dia 16 de abril, teve como temática central “Zoonoses e vacinaçao de animais domésticos”.

Avaliação: alguns probleminhas técnicos persistem nos materiais do programa. A seguir, farei uma análise geral dos quadros, tanto em carater técnico, quanto de conteúdo:

Microfone Aberto: encontramos um problema na captaçao do aúdio, talvez uma questao que um gravador adequado ou mesmo aproximar o microfone da boca do entrevistado.

Bicho: achei o bicho dessa semana meio óbvio, mas adequado com a proposta de que seja um animal próximo da nossa realidade. E o cavalo doméstico é um dos animais mais característicos do Rio Grande do Sul. Pena que ninguém ligou, precisamos providenciar mais brindes.

Reportagem: infelizmente a reportagem, que tinha um conteúdo muito bem explorado, acabou sendo comprometida por causa de um ruído que ficou no fundo do OFF e se estendia um pouco durante as sonoras. Além disso, como a reportagem era muito extensa, faltou uma trilha, ou algo para ilustrar e torná-la mais leve. Com relação ao conteúdo de fontes, achei muito bom que tenha sido entrevistada mais de uma pessoa.

Entrevista: o aúdio está ok. Foi uma entrevista leve e bem pontual, desde a primeira pergunta, mais geral até aquelas que procuravam orientar os ouvintes de forma mais pontual, caracterizando uma produçao de jornalismo de serviço.

Dicas: cinema brasileiro, teatro de graça com texto de Gabriel García Marquez, dicas muito bem selecionadas.

Biologia em comunidade: existe uma turma nova na produção, ao que me parece, que está trabalhando com um pouco mais de dinamismo a primeira parte do quadro. O episódio da Familía Ramos das Flores dessa semana está excelente.

A cidade onde a gente vive: a reportagem sobre o Hospital Veterinário poderia ter ficado super óbvia, ou mesmo, fora de contexto, já que estamos falando de um órgao da UFSM. Ao cotrário disso, foi um cidade super bem ilustrado (viva a ediçao do Otacílio) e com informações super relevantes. Fechou bem com a temática do programa e a ideia de civc journalism, dizendo onde a população pode procurar auxílio para prevenir as zoonoses, ou ainda, vacinar seus animais.

Apresentação: o áudio do arquivo que ouvi ficou com uma espécie de eco, nao sei o que aconteceu, mas nao estava nada limpo. Os dois apresentadores mantiveram um bom ritmo, mas precisam cuidar na hora dos erros para nao seguirem lendo o script com ar de riso. Gostaria, em especial, de elogiar e sugerir como exemplo,o fechamento do programa em que Mariana e Cristiano comentam coisas que acabaram de acessar na internet e declaram isso. Algo sobre uma cesta básica ecologica, ficou super espontâneo e saiu do script, o que é um avanço excelente para o programa e para o nosso aprendizado.

Até a próxima semana.

A primeira lição do ano

Crianças da rede pública de ensino do Uruguay recebendo as primeiras lições de informática.

A nova identidade sonora do Ecolândia integra a ideia de revitalização da marca iniciada no ano passado, com a apresentação da nova identidade visual do projeto durante a mateada de aniversário dos cinco anos da Rádio Caraí.

Começar o ano de cara nova, essa é a grande proposta do Ecolândia para essas primeiras semanas de inéditos. Reconstruída nossa marca, efetivado o projeto do blog, agora estamos dando início à utlizaçao de nossa nova identidade sonora. Estavamos muito ansiosos para colocar em prática este que foi o resultado de uma evolução  no sentido do fazer jornalístico para todos nós.

Desde que o programa estreou, a cerca de dois anos atrás, estavamos tentando estruturá-lo de forma mais profissional. Porém, para que chegássemos ao estágio em que estamos agora, tivemos que trabalhar muito, em função da falta de pessoal para produção das matérias, ou mesmo, por causa da falta de estrutura da Universidade em atender as nossas demandas.

Aprender no Ensino Público é sempre um desafio à parte,  estamos sempre “correndo atrás da máquina” para fazer o mesmo que se faz em instituições privadas, mas com o mínimo de material. Microfones ruins, gravadores precários, enfim, a impossibilitaçao da qualidade máxima em função da estrutura mínima.

Estou falando de tudo isso não em forma de reclamação, pois o caminho trilhado até aqui nos deu muito mais satisfações do que desapontamentos. Falo da precariedade do Ensino Público para explanar o tema de nosso primeiro programa deste ano: a situação do Ensino Público em  Santa Maria, mais especificamente na zona sul.

Para fazer um prognóstico dos problemas enfrentados pelos estudantes neste começo de ano letivo, fomos saber como está a relação do coeficiente de professores com relação ao número de alunos e qual é a situação da estrutura física das três principais escolas municipais da região, Centro de Atencão Integral à Crianca – CAIC, Zenir Aita e São Carlos.  Ao mesmo tempo, em que fomos saber com as famílias das crianças matriculadas nessas escolas, qual é o seu grau de satisfação com relação às instuições.

À seguir temos a reportagem completa de Gabrielli Dala Vechia e Luiz Henrique Coleto sobre a situação estrutural e pessoal dessas três escolas.

O quadro do ensino público municipal demonstra o atraso que nosso país está vivendo com relação às políticas de inclusão digital. Aqui mesmo na América Latina, em um país de proporções drásticamente menores do que o Brasil, está sendo implanto, desde 2005, um projeto que pretende incluir as crianças no mundo digital através da doação de um lap top a cada um dos alunos matriculados na rede de Ensino Pública.

O projeto chamado Ceibal pretende não só que as crianças estejam de porte das máquinas, mas também que elas tenhao acesso à rede mundial de computadores e recebam o auxílio de professores preparados para dar-lhes as primeiras orientações sobre informática. Este projeto só foi possível porque o governo Uruguaio passou a destinar um montante muito maior em educaçao a partir de 2005.

Assista ao vídeo a seguir e confira a alternativa criada no Uruguay para incluir digitalmente toda uma geração.