Programa 04/05/12 – Lugares Públicos

Olá!

A partir desta semana, você pode acompanhar nossos programas pelo blog. Além da edição ao vivo, todas às sextas-feiras, na Rádio Caraí, o Ecolândia também disponibilizará no blog os links para os áudios de todos os programas.

Na última sexta, dia 04/05, falamos sobre os Lugares Públicos, com o foco na cidade de Santa Maria, mais especificamente na Região Sul. Na reportagem, a contextualização sobre o que são espaços públicos de convivência e qual o papel deles no nosso dia a dia. Na entrevista, conversa com o secretário adjunto de proteção ambiental de Santa Maria, Carlos Buzzati. No Microfone Aberto e no Perfil, a participação dos moradores da Região Sul no programa. E você ainda conhecerá um pouquinho mais da história da cidade de Santa Maria, no quadro A Cidade onde a Gente Vive.

Para ouvir e fazer o download do programa, basta acessar o link a seguir:

Ecolândia – Lugares Públicos (04/05/2012)

Se você tiver dúvidas, sugestões ou críticas, entre em contato conosco pelo e-mail: programaecolandia@gmail.com.

Até a próxima!

Doar sangue? Por que não?

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Hoje, doar sangue é um ato simples, rápido e não dói.  Qualquer pessoa que esteja com a saúde em dia pode ser um doador. São muitos os motivos que ilustram a importância da doação de sangue. Diariamente, várias pessoas necessitam de sangue, seja por terem sofrido acidentes, seja por passarem por cirurgias de urgência, entre outros casos.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera que o percentual ideal de doadores para um país esteja entre 3,5% e 5% de sua população. No Brasil esse percentual não chega a 2%. Durante o inverno e nas férias os números de doadores diminuem. Se cada pessoa saudável realizasse pelo menos duas doações por ano, não seriam necessárias as campanhas emergenciais para coletas de reposição de estoques. Os intervalos para a doação são de 60 dias para homens e de 90 dias para mulheres.

 Abaixo, descubra as condições que é preciso ter para ser um doador (a) de sangue:

  • Pode ser homem ou mulher que goze de boa saúde, que não tenha sido acometido depois dos 10 anos de idade de hepatite;
  • Não seja usuário de drogas;
  • Estar alimentado;
  • Não estar fazendo uso de medicamentos;
  • Ter entre 18 e 65 anos de idade;
  • Pesar acima de 50 quilos (descontar vestuário);
  • Apresentar um dos seguintes documentos: carteira de identidade, profissional, habilitação ou passaporte;
  • Ter dormido pelo menos 6 horas na noite anterior à doação, já que a qualidade do sono é importante (plantonistas não devem doar sangue no dia em que saírem do plantão);
  • Não realizar exercícios físicos antes da doação;
  • Não ter ingerido bebida alcoólica nas últimas 24 horas;
  • Não ter colocado piercing ou feito tatuagem nos últimos doze meses;
  • Não ter realizado endoscopia nos últimos doze meses;
  • Evitar fumar 2 horas antes da doação.

Local para doar sangue em Santa Maria:

HEMORGS – REGIONAL DE SANTA MARIA
Rua Alameda Santiago do Chile, 35 – Bairro Nossa Sra. De Lourdes
CEP: 97050-685 – Fone: (55) 3221.5262/ 3221.5192
e-mail: hemorgs-sm@fepps.rs.rs.gov.br

Para saber mais sobre este assunto, acesse o link: http://revistavivasaude.uol.com.br/saude-nutricao/noticias/por-que-e-importante-doar-sangue-142138-1.asp

A Heráldica de Santa Maria

Heráldica é o nome que se dá tanto à ciência quanto a arte de descrever os brasões de armas ou escudos. Essas heráldicas podem ser mais ou menos detalhadas, mas contém uma série de elementos que se repetem. No caso do brasão de Santa Maria, os elementos que compõem o símbolo heráldico são o escudo; os apoios; a divisa e o timbre. Junto a esses quatro elementos, se somam outros detalhes que dão significado ao brasão. Todos esses detalhes estão ligados à história da cidade que ele representa.

A lei municipal número 785 de 20 de dezembro de 1958 é a que estabelece como deve ser o símbolo heráldico de Santa Maria:

LEI:
Art. 1º – Fica adotado como Símbolo Heráldico de Santa 
Maria o seguinte escudo d’armas: 
‘Escudo português em campo de prata, com sigla de Maria 
Santíssima, de cor azul, circundada de 12 estrelas da mesma Cor, sobre um terraço de 
dois montes de sua cor. Apoios: duas lanças com bandeirolas vermelhas, estas com 
losango branco, cruzadas em sautor, por trás do escudo, sobre duas lanças indígenas da 
mesma posição, ligadas nos coutos por uma boleadeira gaúcha. Divisa: em listel com as 
cores da Bandeira de Piratini, à legenda em letras de prata Santa Maria, cidade coração 
do Rio Grande do Sul. Tímbre: coroa mural de prata, de 5 torres.’

Esses elementos tem um significado. Lia Margot Dornelles Viero os descreve, no Altlas Escolar Municipal: “As lanças indígenas e boleadeiras lembram o primeiro habitante dessas paragens, hoje, consagrado na lenda santa-mariense de Imembuí. As lanças militares com bandeirolas lembram a ocupação e defesa destas terras pelas forças regulares do Governo e a tradição aguerrida do povo gaúcho. A coroa mural de prata, de cinco torres, indica a cidade. O nome de Santa Maria está expresso na sigla de Maria Santíssima, a padroeira excelsa da cidade, na cor azul em céu de prata, que são as cores de Maria. Os cerritos históricos desta cidade, marco e guia altaneiro desde os tempos das demarcações de limites, não poderiam deixar de ser representados”.

O símbolo heráldico ou brasão de Santa Maria aparece na Bandeira do Município, instituída pelo decreto 51 de 10 de agosto de 1976. Nela, o brasão está inserido num espaço retangular branco, que representa o espírito de paz da comunidade santa-mariense.

A Heráldica de Santa Maria:

 

Fontes:

PDF da Lei nº 785 de 20.12.1958: Sítio oficial da Câmara de Vereadores de Santa Maria: http://www.camara-sm.rs.gov.br/2010/arquivos/legislacao/LM/1958/0785.pdf

Atlas Escolar Municipal – Evolução Político-Administrativa de Santa Maria, de Lia Margot Dornelles Viero.

“Quem não ouve a melodia acha maluco quem dança!” *

Rock, axé, pop, samba, tango. Da milonga tradicionalista à roda de pagode: todo mundo dança. A data não é conhecida por muitos, mas, desde 1982, no dia 29 de abril, comemora-se o Dia Internacional da Dança, instituído pela UNESCO em homenagem ao criador do balé moderno, Jean-Georges Noverre. A Dança é a arte de mexer o corpo através de movimentos e ritmos, criando uma harmonia própria. Porém, não é apenas através do som de uma música que se pode dançar, pois os movimentos podem acontecer independentemente do som que se ouve.

Historicamente, a dança representa uma mudança de significação dos propósitos artísticos através do tempo. Com o Balé Clássico, as narrativas e ambientes ilusórios é que guiavam a cena. Com as transformações sociais da época moderna, começou-se a questionar certos virtuosismos presentes no balé e começaram a aparecer diferentes movimentos de Dança Moderna.

A dança contemporânea como nova manifestação artística, sofrendo influências tanto de todos os movimentos passados, como das novas possibilidades tecnológicas. Esta foi também muito influenciada pelas novas condições sociais – individualismo crescente, urbanização, propagação e importâncias da mídia, fazendo surgir novas propostas de arte, provocando também fusões com outras áreas artísticas como o teatro, por exemplo. Pode existir como manifestação artística ou como forma de divertimento ou cerimônia.

Hoje em dia a dança se manifesta nas ruas em eventos como “Dança em Trânsito”, sob a forma de vídeo, no chamado “vídeodança”, e em qualquer outro ambiente em que for contextualizado o propósito artístico. E é claro, as danças voltaram-se muito para o lado da sensualidade, sendo mais divulgadas e aceitas por todo o mundo. Nos países do Oriente Médio a dança do ventre é muito conhecida.  Já no Brasil, funk e samba estão entre os hits mais conhecidos.

*Frase do cantor Oswaldo Montenegro

 

A Páscoa e os ovos

Muitas pessoas esperam ansiosas a chegada do dia 08/04/2012. Acredito que especialmente as crianças, tão atraídas pelas belas propagandas e embalagens dos sonhados ovos de chocolate dados de presente no domingo de Páscoa. Lembro que quando era pequena, sempre havia alguma brincadeira envolvida na entrega dos ovos, a cestinha era montada e aguardávamos pela chegada do domingo para fazer a festa com os chocolates.

A tradição de trocar ovos na Páscoa tem origem nos povos que habitavam a Europa há milhares de anos atrás, antes mesmo da divulgação das culturas cristã e judaica. Para estes grupos, a época da Páscoa significava a passagem do inverno para a primavera (lembrando que no hemisfério norte o inverno acontece entre os meses de dezembro e março e a primavera entre março e junho), o que era muito importante, pois significava a sobrevivência do rigoroso inverno europeu e a chegada da promissora estação, mais florida e produtiva.

Ovos ornamentados, uma antiga tradição.

A ideia de trocar ovos surge, então, como forma de simbolizar a nova vida ou a vida que retorna. Nos povos antigos, era comum que cada ovo dado de presente fosse decorado com cores vibrantes. Essa tradição ainda é percebida em vários locais do mundo, inclusive no Brasil, onde as culturas religiosas também já são bastante difundidas. A questão dos ovos de chocolate só apareceu muito tempo depois, com o surgimento da indústria chocolateira nos anos 1800.

Ficou curioso sobre o assunto? O Ecolândia também. É por isso que o programa resolveu investigar sobre o que a festa de Páscoa representa para o nosso cotidiano. Fique ligado no programa do dia 06/03, sexta-feira da semana de Páscoa. Se você tiver algum questionamento, envie um e-mail para programaecolandia@gmail.com.

Bom final de semana!

Fontes de pesquisa: 

http://www.suapesquisa.com/historia_da_pascoa.htm

http://wwwusers.rdc.puc-rio.br/kids/test/kidcafe-esc/ovo.html

http://www.portaldafamilia.org/datas/pascoa/pascoasimbolos.shtml