Dica de reciclagem: tampas de garrafas

A dica que você ouviu no programa Ecolândia desta sexta-feira, dia 24 de setembro, segue abaixo com imagens e o passo a passo. É extremamente simples de fazer e muito útil. A ideia foi postada no Portal do Meio Ambiente.

Em primeiro lugar, corte logo abaixo do gargalo da garrafa plástica, usando uma tesoura ou algum outro cortador.

Depois, é só você passar o saco plástico (do feijão, do pacote de macarrão, do saco de pão, etc.) por dentro do gargalo cortado.

Pronto. Agora é só fechar com a tampa. Sempre que você precisar utilizar o produto, basta abri-lo. Isso evita aquelas “velhas” técnicas: colocar o prendedor de roupa no pacote ou fazer uma fita com o próprio plástico para dar um nó no pacote. É isso, pessoal.

Abraços.

Dica repassada pela Juliana Gelatti.

Ombudsman da semana

Olá ouvintes do Ecolândia e leitores do nosso blog! Hoje estamos lançando a quinta avaliação do Ombudsman da semana. Devido a alguns problemas técnicos não foi possível postar a avaliação do programa do dia 21 até segunda-feira, então, antes tarde do que nunca, você pode conferir a partir de agora mais uma edição do Ombudsman. O tema tratado na última sexta-feira foi a “Reciclagem de resíduos orgânicos e inorgânicos”, sobre o qual procuramos informar ao público os principais cuidados na hora de jogarmos o nosso lixo fora e como são realizados os processos de reciclagem.

AVALIAÇÃO TÉCNICA: o programa teve alguns pequenos problemas de áudio: 1) a cortina estava muito alta em alguns momentos do programa; 2) o som do telefone da rádio atrapalhou um pouco a leitura do primeiro bloco de notícias, 3) houve alguns cortes secos em quadros como o “Microfone Aberto” e a “Entrevista” (nada que prejudicasse o conteúdo, que, diga-se de passagem, estava ótimo) e 4) no primeiro bloco de notícias a cortina tocou por muito tempo e uma das notícias entrou cortada. Fora esses aspectos, um ponto interessante que reparei foi a diferença de ritmo entre os Loc’s 1 e 2. A Gabrielli tem um ritmo de leitura um pouco mais acelerado e a Anelise um pouco mais lento. No entanto, durante o programa, a leitura foi começando a fluir melhor, notando-se pouco a diferença do ritmo entre as duas.

AVALIAÇÃO DE CONTEÚDO: a partir da proposta de tratar o assunto “Reciclagem de resíduos orgânicos e inorgânicos”, percebi que os repórteres conseguiram atingir as propostas da reunião de pauta. Antes de falar quadro por quadro, achei que todos os áudios estavam dentro do tempo médio e as suas montagens estavam muito ricas, com trilhas que prendem a atenção do ouvinte e que trazem dinâmica para a locução dos repórteres.

Microfone Aberto: houve alguns cortes secos em duas das entrevistas, porém nada que atrapalhasse o conteúdo. Gostei muito da foram que o “MA” foi realizado, estava dinâmico e o Felipe conseguiu trazer proximidade com o ouvinte através da conversa que realizou com os participantes do quadro.

Reportagem: foi bem informativa e explicativa. Além disso, achei muito interessante que a reportagem abordou tanto as temáticas técnicas e ambiental da reciclagem, como também mostrou seu aspecto social e a importância do processo para a sociedade.

Entrevista: assim como a reportagem, a entrevista também estava bem explicativa e informativa. Foi muito interessante conversar com um profissional que mostrou para a comunidade como cuidar do seu próprio lixo em casa, trazendo alternativas para os resíduos produzidos.

PETBio: aconteceu um grave problema essa semana. Infelizmente o quadro saiu repetido (mesmo que o do programa do dia 16/05).

Perfil: o quadro foi bem interessante. A forma como a história da Maria Cristina foi contada trouxe uma esfera de aproximação, foi gostoso de ouvir.

A cidade onde a gente vive: o quadro estava muito legal. O conteúdo estava bem disposto durante o texto e as inserções de áudio complementaram bem a informação que estava sendo colocada ao ouvinte.

Notícias: as assuntos foram muito interessantes, trazendo temáticas tanto sociais como ambientais.

Que bicho é esse?: as dicas do bicho estavam bem estruturadas. Achei legal a idéia de trazer um animal do dia-a-dia, é uma forma de provocar a participação do ouvinte (como de fato aconteceu, através da ligação da Isabel).

E assim chega ao final a avaliação do Ombudsman de hoje. Se você leitor tiver alguma crítica a fazer em relação ao programa, deixe um comentário aqui no blog para podermos melhorar nossas produções em programas futuros! Na semana que vem, o Ombudsman voltará para analisar o programa da próxima sexta-feira (28/05), que irá falar sobre “Novas conformações familiares”.

Até lá!

Um novo uso para embalagens metalizadas

Ontem, domingo de Páscoa, eu comi um chocolate e, em seguida, pensei: “tá, e agora, o que eu faço com essa embalagem?”. Imagino que muita gente também já deve ter se feito essa pergunta, afinal, papéis, plásticos, vidros, todos esses materiais tem um destino à reciclagem um tanto óbvio. Mas e as embalagens metalizadas? O que fazer com elas?

Bem, primeiramente, para chegar a uma resposta, resolvi procurar sobre qual material as embalagens de ovos e barras de chocolate são feitas. Descobri que, assim como outros produtos, como salgadinhos, bolachas e erva-mate, as embalagens das tão estimadas delícias de Páscoa tem como matéria-prima o Propileno Biorientado. Ele é um tipo de plástico resistente e que pode ser moldado através de aquecimento. Com esse plástico, é feito um substrato, que recebe ainda a adição de algum tipo de metal – o mais comum é o alumínio -, formando o BOPP (nome usado para embalagens metalizadas).

Acontece que essas embalagens têm três destinos: serem jogadas junto ao lixo comum, serem incineradas ou serem recicladas. A primeira alternativa é, de longe, a mais prejudicial ao meio-ambiente, pois as embalagens não terão uma destinação correta, indo parar junto à restos de alimentos em lixões ou aterros; a segunda também é muito prejudicial ao meio-ambiente, pois a queima das embalagens metalizadas libera gases tóxicos que intensificam a poluição do ar. Essas duas primeiras alternativas citadas são muito fáceis, porém extremamente negligentes com  o meio ambiente. Já a terceira é a mais difícil, porém a mais consciente ecologicamente falando.

A reciclagem de embalagens metalizadas é um pouco complexa, principalmente porque elas ficam engorduradas devido ao contato com os alimentos que estavam protegendo. No entanto, se essas embalagens receberem um tratamento de limpeza adequado, elas podem ser utilizadas na fabricação de bolsas e bijuterias.

Ficou impressionado? Bolsas e bijuterias…quem diria, não é mesmo? Procurando pela internet, achei algumas imagens de novos produtos que foram criados a partir de embalagens metalizadas, inclusive as de ovos de chocolate. Todas as peças são muito diferentes e criativas, dá só uma olhada:

Porta-jóias feito com embalagens de biscoito

Bolsa feita com embalagem de salgadinho

Bolsa feita com embalagem de salgadinho

Bijuterias feitas com embalagens de ovos de Páscoa

Bolsa feita com embalagens de café

Legal a ideia, não é mesmo?

Depois disso, acho que devemos pensar duas vezes antes de jogar os nossos restos de Páscoa direto na lata de lixo. Eles ainda podem virar muito “Luxo” :)

Ah, e para quem ficou interessado, veja este link com dicas passo a passo de como reutilizar as embalagens.

Boa noite!

Dica: árvore de Natal de garrafa PET

Hoje, no Ecolândia, demos a dica de como fazer uma árvore de Natal de garrafa PET.

Para quem perdeu a “receita”, é só olhar logo abaixo. Já para quem perdeu o Ecolândia, é só se ligar que o programa vai ao ar toda sexta, às 18h, na Rádio Comunitária Caraí!

*A dica foi retirada do blog Sonho de Artesanato (http://sonhodeartesanato.blogspot.com), da piauiense Vívia Riedel.

Como fica

1º PASSO: Pegue uma garrafa pet lavada e bem limpa, de preferência na cor verde (tipo guaraná antártica de 2 litros). Em seguida, com a tesoura, corte o fundo da garrafa seguindo a marquinha que existe na própria garrafa para facilitar um corte perfeito.

2º PASSO: Corte a garrafa em tiras com aproximadamente 1,5cm de largura, até o fim do gargalho da garrafa. Depois arrendonde as pontas com o auxílio da tesoura.

3º PASSO: Com cuidado, utilize uma vela. O segredo da árvore está no efeito que ela vai produzir passando cada tirinha na vela. ATENÇÃO: Segure bem a tira, ao passá-la pela vela,  para que ela não encolha além do necessário.

Depois de feito esse processo, o tamanho da sua árvore de Natal vai depender da quantidade de garrafas utilizadas. Vá encaixando uma a uma das garrafas em um cano (pode ser de ferro ou até um cabo de vassoura). O suporte do cano pode ser uma lata ou um vaso com terra.

DICA: Para o topo da sua árvore, corte garrafas menores (de 1L), para ir diminuindo o tamanho e dando forma a sua árvore pet. Em seguida, aplique os enfeites de natal que desejar.

A Vívia, que postou essa dica super legal no seu blog, utilizou 35 garrafas para um suporte de 1,20m.

Nada melhor que um Natal mais sustentável e econômico, certo? :**

Maíra