Ombudsman – 13.05.11

Boa noite pessoal!

A partir de hoje estamos de volta com as postagens do Ombudsman aqui no blog. Devido às mudanças estruturais da equipe e do tempo de reorganização, demoramos um tempo para voltar com as atualizações de avaliação do programa. Na última sexta-feira, dia 13 de maio, o Ecolândia tratou sobre o tema: “Maus tratos com animais”. Segue, então, a análise do programa:

Avaliação geral

O programa iniciou com duas vinhetas de abertura, o que ficou redundante. Penso que o pessoal da edição esqueceu de excluir um dos arquivos na lista de materiais para o programa. No geral, o áudio estava ótimo, tanto dos quadros quanto das duas apresentadoras – o que foi muito positivo, pois já há tempos o microfone 2 estava com disparidade de áudio em relação ao microfone 1. Durante o programa houve pequenos erros de colocação de trilha e o telefone ficou por muito tempo tocando sem ninguém atender. Esses pequenos erros não comprometeram o programa, mas deve ficar a dica para que a equipe tenha cuidado durante a apresentação do Ecolândia. O programa teve um pequeno atraso para encerrar, terminando em torna de 19h02min. Temos que atentar para os horários, especialmente nos de encerramento, pois é a hora que a rádio precisa colocar no ar a Voz do Brasil.

Avaliação dos materiais

Microfone Aberto: A cabeça (introdução da matéria) foi simples, mas de fácil entendimento, com ligação direta com o assunto do quadro. As perguntas foram boas e tiveram um bom feedback, pois os moradores foram bastante opinativos, o que é importante para o Microfone Aberto. Achei que a repórter foi bem calma e, por ter falado com várias pessoas, o quadro ficou bem dividido entre homens e mulheres, o que pluraliza bastante o áudio. Foi durante o MA que o telefone tocou ao fundo.

Bicho: O animal escolhido para o dia 13 foi o corvo. Achei que as ficas estavam foram de fácil entendimento e muito claras. Em uma das dicas dizia que o bicho era “necrófago”. Achei interessante que o produtor se preocupo em explicar o que a palavra queria dizer, o que deixou a dica bem mais clara. Também achei interessante e engraçada a escolha do bicho com relação à “sexta-feira 13”, uma vez que o programa foi transmitido no dia com essa data.

Notícias: Os blocos de notícias estavam muito bons nesse programa. Achei que os LOCs estavam bem estruturados, o que ajuda muito no entendimento, deixa a notícia bem palpável. Os assuntos abordados durante o programa foram bem escolhidos, pois trataram diversas temáticas de interesse público, como a inauguração do Telecentro (centro de internet gratuita de Santa Maria), a necessidade de doações de sangue e plaquetas para o HUSM, a restauração da Casa de Cultura de Santa Maria e as mudanças previstas para o Paradão de Transporte Coletivo da Avenida Rio Branco.

Reportagem:  A reportagem foi bem explicativa. Gostei que foi abordada a questão da domesticagem, explicando a relação desta prática com relação a hierarquia e a aproximação dos animais com os seres humanos. Achei que o texto estava bem fluido, pois o repórter conseguiu conduzir várias informações diferentes de uma forma conectada, ou seja, todos os pontos trazidos na reportagem se ligavam aos outros de alguma maneira, deixando o texto bem coeso. Dessa forma, mesmo grande (com 12 minutos), a reportagem não se tornou cansativa. As fontes foram muito bem escolhidas, pois percebeu-se que elas sabiam realmente sobre o assunto e tinham informações para acrescentar aos pontos já colocados pelo repórter. Pequeno problema: um dos LOCs da reportagem ficou repetido. Acredito que na hora da edição esqueceu-se de cortar a frase. Gostei que, após o final da matéria, foi feita uma chamada para o blog (conectando as duas mídias: rádio e web).

Entrevista: A entrevista sobre o Projeto Amigo do Carroceiro foi bem pontual, realizada com o professor Sangioni, coordenador do projeto. Foram abordados vários pontos importantes, como a responsabilidade social dos donos de cavalos, como o projeto funcionava, qual população estava atendendo. A cabeça foi bem estruturada, o que situou bem o ouvinte para o que viria a seguir. Achei que houve pequenos problemas no material, como a falta de uma introdução ao entrevistado e com o pequeno número de perguntas. No fim, o entrevistado falou bastante, dominando um pouco a entrevista. Muitas coisas que ele complementou poderiam ter sido perguntadas pela repórter, para dar mais sequencialidade e o áudio ficar menos cansativo.

Biologia em Comunidade: O programa reprisou o quadro que falou sobre a sarna. Achei que a abordagem diferenciando a sarna humana da animal foi bem interessante. No entanto, achei o quadro um pouco curto, poderia ser um pouco maior e ter mais algumas informações.

A cidade onde a gente vive: O quadro foi bem interessante, pois mostrou como foi fundado o Criadouro São Brás, o qual é muito conhecido na cidade e que ainda não havia tido um espaço nesse quadro. Gostei da trilha, pois acompanhou bem o texto. O que achei ruim é que a edição das falas do repórter ficou muito uma em cima da outra, sendo que não havia grandes pausas entre as frases.

Perfil: A história do Antonio foi muito legal de ouvir, ainda mais que ele tinha várias histórias para contar. Trabalho, família, problemas, todos esses pontos foram abordados, e todos eles conectados uns aos outros, formando um elo que deu corpo ao texto da repórter. Reparei que foi dito “Vila Urlândia” durante o quadro, só que a Urlândia não é mais vila, e sim bairro. Devemos ficar atentos para os próximos quadros.

Dicas culturais: As dicas entraram bem no finalzinho do programa. Achei que poderiam ser um pouco mais trabalhadas e que faltou explicar o que quer dizer a palavra “nórdico”. No rádio essas expressões que não são usadas normalmente devem ser explicadas, de forma que fique mais claro para o ouvinte.

E essa foi a avaliação do programa de hoje!

Não deixe de ouvir o programa da próxima sexta-feira, dia 20 de maio. No tema do programa, a relação entre vizinhos. Você pode ouvir o Ecolândia pela Rádio Online e ainda participar com a gente através do @ecolandia ou, ainda, pelo telefone (55) 3211-3824.

Até mais!