Medicina alternativa

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Enxergar mais do que a doença, mas o doente como um todo e agir nas causas das doenças e não apenas em seus sintomas. É assim que a medicina alternativa se difere da medicina convencional (alopática). Ela se baseia nas práticas da Medicina Tradicional Chinesa que entende que a cura de qualquer enfermidade pode vir da própria pessoa, através de seus hábitos saudáveis. Na maioria das vezes, a medicina alternativa envolve os produtos e as técnicas que não são reconhecidos geralmente pela comunidade médica. Também, este tipo de procedimentos são escolhidos normalmente pelos indivíduos cujas as doenças não foram curadas por drogas prescritas ou por nenhum outro tipo da medicina convencional.  Dentre as terapias alternativas estão a acupuntura, a massagem, a yoga, o reiki, a homeopatia, a  cromoterapia, dentre outras.

No Brasil já há grande espaço para a medicina alternativa, inclusive, em Goiás, há o Hospital de Medicina Alternativa (HMA) que atende cerca de 150 pessoas por dia com atendimentos de terapias alternativas para pacientes do SUS. De acordo com a OMS, muitas terapias alternativas tiveram benefícios reconhecidos cientificamente. Porém, precisam ser tratadas com as mesmas precauções da medicina convencional. utilizam de recursos naturais como as Além disso, a produção de trabalhos e artigos científicos, publicações em jornais e revistas, bem como a formação de grupos voltados para esses tipos de tratamentos têm sido cada vez maiores. Diversos autores têm apontado esse crescimento como uma forma de resgate e valorização dos antigos saberes populares e tradicionais, somado ainda a uma alternativa às consequências dos remédios farmacológicos, que produzem muitos efeitos colaterais.

A medicina tradicional reflete sobre o processo de cura com um olhar cada vez mais objetivo, tentando ser neutra e imparcial diante do fenômeno do adoecimento. É justamente o oposto disso que se trata a medicina alternativa, buscando justamente uma maior subjetividade em cada caso.

As medicinas alternativas normalmente utilizam plantas medicinais, argila, alimentos, bem como a homeopatia – que se baseia no conhecimento oriental. Ou seja, são instrumentos ao alcance da maior parte da população, o que torna esse tipo de medicina bastante popular. Muitas pessoas ainda não têm acesso aos recursos da medicina oficial, seja pela precariedade do Sistema Único de Saúde (SUS), seja pelos efeitos colaterais causados pelos comprimidos ou pela valorização da auto estima, que, ao utilizarem, por exemplo, as plantas medicinais estão resgatando uma tradição antiga, normalmente passados nos quintais de casa, de mãe para filha.

Assim,entende-se a medicina alternativa como um complemento para a medicina tradicional, e por isso, deve-se ter o mesmo cuidado,como se teria com qualquer outro tipo de tratamento. É preciso conhecer os efeitos colaterais, as contra-indicações e as possíveis alergias que o paciente pode ter a algum dos componentes.

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